Adiada a entrega do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes a Luís Filipe Castro Mendes

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O Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C.M. de Amarante foi atribuído, por unanimidade, a Luís Filipe Castro Mendes pela obra “Poemas Reunidos”, editada em 2018 pela Assírio & Alvim.

A cerimónia aprazada para o dia 10 de janeiro, às 10:30 minutos, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Amarante foi adiada por motivos óbvios relacionados com a pandemia, para uma data a divulgar.

O júri, constituído por Clara Rocha, Isabel Cristina Mateus e José? Tolentino Mendonça, “teve em conta a revisitação e renovação das formas clássicas, elegia e soneto, e, em especial, a relação com a tradição camoniana (…) Valorizou ainda o jogo dialógico com os autores do cânone cultural ocidental, bem como a ponte intercultural com o Oriente e o Brasil. Mereceu igualmente destaque uma visão irónica e auto-irónica relativamente a? contemporaneidade”, pode ler-se na ata.

Recorde-se que o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes, de caráter bienal, é patrocinado pela Câmara Municipal de Amarante e tem um valor monetário de 12.500 euros. Foram admitidas a concurso obras completas de poesia ou antologias poéticas de autor publicadas em 2018 e 2019, em português e de autor português.

A cerimónia pública de entrega do Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes APE/C. M. de Amarante será? oportunamente anunciada.

Luís Filipe Castro Mendes nasceu em 1950, colaborou com o jornal Diário de Lisboa-Juvenil, sobretudo entre 1965 e 1967, licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa, tendo desenvolvido, a partir de 1975, uma carreira diplomática, sucessivamente em Luanda, Madrid e Paris.

Enquadrável numa estética pós-modernista, a obra de Luís Filipe de Castro Mendes revela um universo enigmático, onde estão presentes o fingimento e a sinceridade, o romântico e o clássico, a regra e o jogo.

Estreou-se em 1983 com a publicação de “Desde Recados”, obra em que problematiza a relação entre o sujeito e a realidade e a relação entre o eu e o outro. Foi ministro da Cultura do XXI Governo Constitucional, entre abril de 2016 e outubro de 2018.

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